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terça-feira, 12 de junho de 2012
Soneto
Meu Amor
O fogo de meus olhos de todos se acabou
Aquele que eu amava,
foi aquele que o apagou:
onde ouve fogo tanto agora corre pranto.
A face cor de jambo Enfim se descorou;
Aquele que eu adoro
Ah! foi que a desbotou:
A face tão rosada De pranto está lavada!
O coração tão puro, Já sabe o que é amor;
Aquele que eu adoro, Ah! só me dá rigor:
O coração no entanto, Desfaz o amor em pranto.
Diurno aqui se mostra, Aquele que eu adoro;
E nunca ele me vê, E sempre o vejo e choro:
Por paga a tal paixão, Só lágrimas me dão!
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